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Gramado: a aconchegante cidade da Serra Gaúcha

Gramado é uma das principais cidades turísticas da Serra Gaúcha. De modo único, é aconchegante e tem um clima de interior, contudo diferente de qualquer outro lugar que já estive. A cidade é ideal para passar um feriado prolongado ou mesmo fazer uma visita rápida. Pertinho de Canela, a região proporciona visões incríveis ao turista que chega por ali.

Nesta última vez, aproveitamos o feriado de Páscoa para fazer um bate e volta em Gramado e sentir um pouco do clima de outono que a Serra Gaúcha proporciona. Saímos daqui com um pouquinho de calor, mas lá em cima das montanhas, o ventinho gelado dava as caras.

Lago Negro - Gramado
 A cidade está situada a cerca de 450 quilômetros de Florianópolis e a 110 quilômetros de Porto Alegre. Saindo de Santa Catarina, o caminho mais curto é o da Rota do Sol. Basta seguir pela BR-101 até o município de Terra de Areia, no Rio Grande do Sul, e entrar na RS-486, que leva até o topo da serra. O caminho, cheio de curvas fechadas e pontes, é lindo, e se você quiser fotos nas alturas, há alguns mirantes durante a subia. Por aqui, há um pedágio, de R$ 5,90, que você tem que pagar para continuar a viagem assim que chega em Canela.

Mas há outro caminho, sem muitas curvas, que você também pode fazer se preferir. Mas, são pagos mais pedágios, nesse caso, como disse aqui. 

Catedral de Pedra de Canela
Apesar do caminho sinuoso, tudo é recompensado assim que chegamos a Gramado. A cidade ganha o turista na gastronomia, que me dá água na boca só de lembrar. As galeterias dominam, mas também há ótimas opções de churrascarias e dá até para saborear uma bela parrilla, como no Malbec, por exemplo.

Neste ano optamos por um galeto ótimo, acompanhado de uma deliciosa sopa de capeletti na Galeteria Itália, mas isso é assunto para outro post.

Gramado para o ano todo
Cadeados na Fonte do Amor

Rua Torta atrai turistas de todos os locais

Gramado ganha o turista em qualquer época do ano. Apesar de ser conhecida pelo Natal Luz, a cidade pode, e deve, ser visitada em qualquer data. Dentre os locais para ir de forma gratuita está o Lago Negro, repleto de pedalinhos e ótimo para uma caminhada. Quem sabe também para um piquenique ao final do dia?

Caminhando pela cidade, o turista encontra uma das ruas diferente. Conhecida como Rua Torta, a via atrai pessoas de todos os lugares só para registrar o momento no local, como nós, na foto acima. Falando em ruas, em frente à Igreja Matriz está a Rua Coberta. A via é protegida por um toldo e repleta de restaurantes.

Fonte do amor
Caminhando um pouco por entre as ruas de Gramado, o turista encontra coisas lindas, além de muito chocolate. Canela é conhecida pela Catedral de Pedra, mas a Igreja Matriz de Gramado não deixa a desejar. É pequenina, mas tem o interior mais lindo que já vi até então. A uns passos da Igreja, você pode ter a sensação de estar na Europa. Uma fonte repleta de cadeados simboliza o amor eterno. Achei linda e colorida. E para tirar o fôlego, a cidade possui um belíssimo mirante com vista às montanhas!

Rua Coberta
Interior da Igreja Matriz de Gramado

Mas, para quem está disposto a gastar um pouco mais, há vários museus entre Gramado e Canela, entre eles o Mini Mundo, o Mundo a Vapor, o Museu de Cera e o Museu do Automóvel. É tanta atração de sempre fica o gostinho de quero mais!

Do Sul catarinense, Uva Goethe recebe certificação internacional

A Uva e o vinho Goethe receberam mais uma certificação internacional. Desta vez, o produto passou a pertencer ao catálogo mundial “Arca do Gosto” da organização SlowFood. O catálogo identifica, localiza, descreve e divulga os sabores especiais no mundo.

Foto: Jéssica Pereira/Especial
Para o prefeito de Urussanga, Gustavo Cancelier, este é mais um importante reconhecimento para a cidade e o produto típico de Urussanga. “Estamos muito orgulhosos com este reconhecimento mundial. Isso prova a qualidade do produto fabricado aqui e o trabalho que precisa ser cada vez mais apoiado”, explica.

Ao todo, o catálogo Arca do Gosto conta com 750 produtos reconhecidos no mundo. “Agora serão 751”, comenta o presidente da Associação ProGoethe, Renato Damian. “A ProGoethe faz parte do SlowFood há aproximadamente 10 anos como categoria comunidade. Agora fomos inseridos na categoria Arca do Gosto após avaliação e seleção feita pela comissão científica criada pelo SlowFood Internacional em Turim, na Itália. Este é o reconhecimento internacional do Produto Goethe, que é especial, típico, único e tradicional”, complementa Renato.

Pão de Ló com receita de vó

Fui criada comendo pão de ló. Durante toda a minha vida, este bolo fofíssimo esteve presente nas mesas de café, principalmente aos domingos. A receita também era utilizada como base para fazer nossas tortas de aniversário, que ficavam simplesmente maravilhosas.

Dia desses, senti muita vontade de comer um desses bolos, mas tinha que ter o gostinho da receita feita pela minha avó, lá na década de 1990. Por isso, pedi auxílio para ela e cá estou compartilhando essa receita que há pelo menos 26 anos vem sendo parte da minha vida!

Para começar, a gente vai separar as gemas das claras de quatro ovos. Depois, vamos bater as claras em neve e reservar. Já que estamos utilizando a batedeira, vamos continuar com ela. Em um outro bowl bata as quatro gemas com o açúcar, até que forme um creme bem clarinho. Vai levar um tempinho, mas você vai perceber quando estiver tudo incorporado.



Nesta etapa, diminua a velocidade da batedeira para poder, aos poucos, acrescentar duas xícaras de farinha de trigo. Continue a bater até que tudo esteja incorporado. Ainda com a velocidade, acrescente uma xícara de água morna e continue a bater.

Quando todos os ingredientes estiverem bem homogêneos desligue a bateira e acrescente uma colher de sopa de fermento em pó. Misture-o com uma colher mesmo e coloque uma forma untada e enfarinhada. Eu usei uma com cerca de 23 centímetros de diâmetro e com fundo removível (para facilitar a vida).

Antes de colocar a massa para assar, é importante que seu forno já esteja pré-aquecido. Deixei o bolo lá por cerca de uns 40 minutos a 180ºC. Depois, deixei esfriar, cortei ao meio e recheei com brigadeiro. Mas, você pode usar a sua imaginação e até comer puro com café com leite!

Bolo de Laranja fofíssimo com coco

Bolo de laranja é uma delícia, não é? Combina muito com um café da tarde, ainda mais com uma deliciosa cobertura de coco, que deixa os sabores ainda muito mais gostosos... O melhor de tudo é quando a receita é fácil e rápida de fazer. Até quem não entende muito de confeitaria (como eu) pode executar com facilidade!



Vamos começar pelo bolo. Pré-aqueça o forno a 180ºC. Enquanto o forno esquenta, vamos preparar a massa. Para isso, descasque uma laranja e a coloque no liquidificador. Na sequência, junte três ovos, meia xícara de óleo (eu usei o de soja) e uma xícara e meia de açúcar. Bata tudo até que fique homogêneo. Lembre-se: sempre coloque os líquidos primeiro no copo do liquidificador, auxilia na hora de misturar.

Coloque esta mistura em uma bacia e vá acrescentando, aos poucos duas xícaras de farinha de trigo. Por último, coloque uma colher de sopa de fermento em pó e continue a incorporar todos os ingredientes. Coloque numa forma e leve ao forno por cerca de 40 minutos. Quando espetar a faca e perceber que ela sai limpinha, é porque o bolo está assado.

Cobertura

Enquanto o bolo de laranja fofíssimo esfria, vamos preparar a cobertura de coco. Essa é bem fácil. Basta colocar uma lata de leite condensado na panela e acrescentar meio pacote de coco seco ralado. Aí é só mexer até começar a desgrudar do fundo da panela. Desligue o fogo e junte duas colheres de sopa de creme de leite (aquele da caixinha) e misture. Pronto. Agora é só colocar esse docinho maravilhoso por cima do bolo, ou se preferir, recheá-lo!

Sagu de Leite Condensado: delicioso e fácil

A vontade de comer sagu bateu outro dia aqui em casa. Como não é qualquer sagu de vinho que eu gosto, resolvi criar um com ingredientes como leite condensado e creme de leite. Ficou uma delícia. Mas, antes de passar a receita, um aviso: prepare os braços, pois você vai cansar de mexer o sagu enquanto ele cozinha. 

Para começar, adicione um litro de leite em uma panela. Em seguida, acrescente uma xícara de sagu e vá cozinhando em fogo baixo até que as bolinhas fiquem transparentes.  Essa etapa vai quase uma hora no fogão. Se o leite secar demais e as bolinhas não estiverem totalmente cozidas, vá colocando mais liquido aos poucos. Mexa sempre, para que o sagu não grude no fundo da panela.

Assim que as bolinhas estiverem cozidas, junte uma lata de leite condensado e deixe a mistura ferver por cerca de cinco minutinhos. Coloque, ainda, meio pacote de coco ralado e vá misturando. Por último e já com o fogo desligado, acrescente uma caixinha de creme de leite e misture bem.




Coloque o conteúdo da panela em um refratário ou em diversas tigelinhas e coloque na geladeira. Sirva quando ele estiver bem gelado. Um sobremesa diferente e super gostosa! Agora é só deliciar-se com esse sagu de leite condensado.

Esqui ganha mais charme na primavera da França

Março marca a chegada da primavera na França. Nesta época, os cenários de norte a sul do país ganham o ar mais romântico e encantador. Com mais horas de sol, a luz traz nova vida e cores às paisagens deixadas pelo inverno. Na belíssima região dos Alpes Franceses, por exemplo, este período representa um momento excelente para a prática do esqui, uma vez que as estações ainda têm neve de boa qualidade e as temperaturas começam a ficar mais amenas.

Além disso, os dias mais longos e o menor fluxo de visitação são outros atrativos da estação mais colorida do ano. Em Megève, no coração dos Alpes Franceses, as paisagens e infraestrutura ganham ainda mais glamour na primavera. Famosa por oferecer aos praticantes dos esportes de inverno mais de 440 quilômetros de pista e cerca de cem meios de elevação, na primavera seus diversos restaurantes e lojas de luxo podem ser melhor aproveitados, assim como a intensa vida noturna.

Foto: Divulgação

Com picos que chegam a 2,5 mil metros de altitude, o local é perfeito para esquiadores de todos os níveis e modalidades. Mas, é na primavera, que outras atividades outdoor - como paraquedismo e kite surf – voltam a ganhar seu espaço. Além disso, arte, música e cultura têm seu lugar de destaque, podendo ser apreciados em diferentes pontos do destino como galerias, lojas ou mesmo ao ar livre. 

Em Avoriaz, estação que soma cerca de 600 quilômetros espalhados por suas mais de 290 pistas para a prática de esqui, a localização geográfica é um dos pontos de destaque para desenhar os belos cenários que oferece. A cerca de 1800 metros de altitude e com a face virada para o sul seus ambientes rochosos remontam cenários deslumbrantes destacados pela iluminação solar única, que ganha mais vida na primavera. A neve de ótima qualidade em abundância deu a esta estação o apelido de “paraíso dos esquiadores”.

Pucón: Destino obrigatório a quem busca atividades ao ar livre no Chile

Imagine um cenário deslumbrante montado por lagos de águas cristalinas, vulcões, cachoeiras, águas termais e belas montanhas. Esse local existe: Pucón, um vilarejo na região de Araucanía, ao sul do Chile, que atrai turistas maravilhados de todos os cantos do mundo.

O vilarejo possui uma  natureza impecável, majestosa e inclui três vulcões: Villarrica, Quetrupillán e Lanin. O local é um convite à atividades ao ar livre.  Um dos pontos turísticos mais marcantes da região são os lagos de cor azul turquesa e quedas de água de até 90 metros de altitude.



Ainda, é possível fazer caminhadas por bosques nativos e conhecer a "Laguna de Águas Verdes", uma antiga cratera que abriga uma bela vegetação. O ponto alto deste roteiro é encontrar, frequentemente, pontos de parada com vistas panorâmicas dos três vulcões que promovem verdadeiros espetáculos aos olhos.


Os mais aventureiros podem se preparar para uma subida emocionante até a cratera do inativo Quetrupillán. Antes de começar a escalada, são cerca de duas horas de caminhada leve por bosques do Parque Nacional Villarrica. O cume do vulcão está a mais de 2,3 mil metrosde altitude, mas a vista de cima é inesquecível e vale todo e qualquer esforço.


Reserva Biológica

Cerca de duas horas e meia de carro de Pucón, o turista encontra a Reserva Biológica de Huilo Huilo, que tem como objetivo preservar a floresta temperada da Patagônia e oferece uma atmosfera mágica cercada por paz, tranquilidade e diversas belezas naturais como o lago de origem glacial, Pirihueico, saltos de água e bosques nativos da selva da Patagônia.

Blumenau é a Capital Nacional da Cerveja

Blumenau, em Santa Catarina, agora é conhecida como a Capital Nacional da Cerveja. O projeto de lei que concede o título à cidade foi sancionado pelo presidente da República, Michel Temer. O título coroa um conjunto de ações que vem sendo implantadas de forma alinhada ao Plano Municipal de Turismo. "Vamos trabalhar para que este reconhecimento também contribua para o fomento econômico e do empreendedorismo em torno do mercado cervejeiro", garante o prefeito Napoleão Bernardes.

Blumenau é famosa por atrair milhares de visitantes que, além dos traços da imigração alemã, buscam suas variadas cervejas. Há, na cidade catarinense, cerca de 120 produtores artesanais da bebida, que é estrela de grandes eventos sediados no local.

Foto: Marcelo Martins/Prefeitura de Blumenau


Tradição cervejeira 

O exemplo mais expressivo dessa cultura é a Oktoberfest, maior festa alemã da América do Sul. Na edição do ano passado, o evento registrou uma movimentação de R$ 3,2 milhões e mais de 500 mil visitantes, segundo a prefeitura da cidade. Em 33 anos, a festa soma mais de 20 milhões de frequentadores.

Há também o Festival Brasileiro da Cerveja, principal da América Latina, e o Concurso Brasileiro da Cerveja, segundo maior do mundo em número de amostras. Em 2016, Blumenau recebeu 61 novas placas para complementar sua sinalização turística e melhorar o atendimento a visitantes. A iniciativa contou com apoio do Ministério do Turismo, responsável pelo repasse de R$ 308 mil para a execução do projeto.

Com informações do Governo Federal


Nova Petrópolis terá o “Jardim mais alto da Serra Gaúcha”

Com o título de Jardim da Serra Gaúcha, Nova Petrópolis é uma das cidades mais floridas da serra do Rio Grande do Sul. Além de possuir exuberantes pontos turísticos naturais, como o Labirinto Verde, o Pinheiro Multissecular e a rampa de Voo Livre Ninho das Águias, a partir deste mês, um novo atrativo movimentará o município.

O “Jardim mais alto da Serra Gaúcha” e o Mirante do Menino Jesus de Praga serão opções de passeio em Nova Petrópolis. Destinado ao turismo religioso e de contemplação, o “Jardim mais alto da Serra Gaúcha” e o Mirante do Menino Jesus de Praga estão localizados no Morro da Fome – Hungerberg, um dos pontos mais altos da região, 820 metros acima do nível do mar, na localidade de Linha Imperial, em Nova Petrópolis. A propriedade sob o comando do empresário Juarez Ciro Rech permite um olhar de 360 graus ao horizonte, facilmente avistando-se o centro de Nova Petrópolis, Caxias do Sul e Farroupilha, por exemplo.

Foto: Kassandra Dorneles/Divulgação

A imagem do Menino Jesus de Praga, trazida da Boêmia, região de origem dos imigrantes que se instalaram na Linha Imperial, abençoará os visitantes do Mirante. A contemplação dos jardins que enfeitam o Morro da Fome será um convite à reflexão e conexão.

Foto: Kassandra Dorneles/Divulgação

Inauguração de Santuário Sagrado Coração Misericordioso de Jesus movimenta turismo religioso no Sul de Santa Catarina

Um novo ponto turístico está próximo de ser inaugurado no Sul de Santa Catarina. O Santuário Diocesano do Sagrado Coração Misericordioso de Jesus, cuja pedra fundamental foi lançada em 30 de junho de 2013, movimentará o turismo religioso na região. Em 40 dias, a obra, erguida em Içara, finalmente será concluída e inaugurada no dia 23 de abril. O evento de inauguração deverá reunir fiéis de todo o país.

“Quando relatamos sobre este Santuário, muitos bispos ficam admirados e encantados. É uma obra para a Igreja do Sul do Brasil, não é uma obra restrita à nossa Diocese, pois os santuários não têm este tipo de geografia", expõe o Bispo da Diocese de Criciúma, Dom Jacinto Inácio Flach.

Foto: Bibiana Pignatel/Diocese de Criciúma/Divulgação
A primeira estrutura que compõe o caminho até o templo maior é a Capela do Getsêmani, também chamada de igreja da Agonia, que será cercada por 33 pés de Oliveira. Com 158 metros quadrados, a ermida foi construída sem janelas. “É abafada, propositalmente. Não tem janelas porque naquela noite Jesus não olhava para nenhum lugar, só para Deus, e sofria, suava sangue", comenta o bispo.

Foto: Bibiana Pignatel/Diocese de Criciúma/Divulgação
 O próximo sinal encontrado pelos que decidem percorrer o caminho espiritual proposto pela obra é a Via Sacra, que será inaugurada já na Sexta-Feira Santa, 14 de abril, com o início da caminhada da penitência até a igreja matriz São Donato, às 19 horas. Conforme o Bispo diocesano, a Via Sacra, neste Santuário, ocupa lugar incomum, por iniciar no Jardim das Oliveiras.

Foto: Bibiana Pignatel/Diocese de Criciúma/Divulgação
Uma bela praça, repleta de canteiros floridos e circundada por 12 palmeiras, recordando os 12 apóstolos. Assim será a Praça de Nossa Senhora, logo abaixo da colina do Santuário. A imagem de Nossa Senhora das Dores, que será colocada sobre o pilar, ao centro da praça, irá recordar o momento em que Jesus, no caminho do Calvário, se encontra com sua mãe.  Em seguida a Praça, à esquerda da subida em direção ao Santuário, está a Capela de Santa Faustina. A estrutura de 53 metros quadrados contará com um vitral com a imagem de Jesus Misericordioso e as imagens de São João Paulo II e de Santa Faustina. 

Foto: Bibiana Pignatel/Diocese de Criciúma/Divulgação
A caminhada culmina dentro do Santuário, no topo da colina, sendo que, aos fundos, fica a Casa do Reitor. No interior do templo, que ocupa uma área de 2,5 mil metros quadrados, com capacidade para 750 pessoas sentadas e até 2 mil em pé, uma grande imagem de Jesus crucificado estará disposta, sobre o altar, recordando o local onde o Salvador entregou, definitivamente, sua vida ao Pai.  Por sugestão do Bispo, a cúpula do Santuário será composta por oito vitrais, com oito cenas bíblicas.

Brigadeiro de verdade sem leite condensado

Brigadeiro é um dos doces mais tradicionais de todo o Brasil. Tanto é que, em qualquer lugar que se vá, é possível encontrar essa delícia. Aqui em casa, a gente come de todos os jeitos, seja de colher ou em forma de docinho.

Mas, com o preço do leite condensado nas alturas ~ por aqui a gente encontra a quase R$ 6 ~ não dá para fazer sempre... Por isso, tentei reproduzir este brigadeiro sem o leite condensado. E não é que deu certo?



Antes de começar o passo a passo, essa receita rende bem menos do que fazer com uma lata inteira de leite condensado, contudo, basta aumentar os ingredientes se quiser um pouco mais, ok?.

Então, em uma panela, coloque um copo de leite, três colheres de açúcar (aqui eu usei o refinado, outro dia testarei com o demerara), e duas colheres de achocolatado. Se preferir um sabor diferenciado, substitua por chocolate em pó, ou cacau em pó. Depois, basta cozinhar e fogo baixo por cerca de meia hora, ou até atingir o ponto do brigadeiro.

Sim, demora um pouco até ficar pronto. E não dá para descuidar da panela. Se o leite ferver, sobe e derrama no fogão. Não pare de mexer. A textura e o sabor ficam ótimos, parecendo sim o brigadeiro convencional, com aquele leite condensado industrializado. Agora você escolhe: pode esperar esfriar e enrolar ou comer de colher mesmo.


Bolleria, os bolos caseiros de Criciúma

Sou uma pessoa que ama bolos. De todas as formas. Pode ser torta ou um delicioso bolo caseiro. Às vezes, me arrisco fazer em casa, mas nem sempre fica gostoso, encorpado e com volume. Tem dias que compro no supermercado, mas eles parecem tão artificiais...

Foi então que outro dia, subindo a rua de casa, encontrei a Bolleria. É um espaço com tamanha variedade de bolos caseiros que é de dar água na boca. Faz um tempo que a loja de bolos está instalada em Criciúma. O problema é que, com a correria do dia-a-dia, nunca tive oportunidade de ir lá provar uma das opções.



Então com calma, entrei e observei a vasta variedade da vitrine. Do atendimento ao sabor do bolo, dou nota dez! Funciona assim: é possível comprar um bolo inteiro ou metade dele. Eu trouxe para casa metade de um de milho. E o capricho na embalagem, deixa o bolo ainda mais saboroso.


Quando cheguei em casa, logo cortei uma fatia. Este tinha muito sabor de milho. Não era um bolo doce e dava para sentir muito bem o grão ali na massa. É um sabor indescritível, de tão bom. Além do paladar, o bolo mexe muito com o emocional, lembrando um café da tarde com sabor de família reunida.

Os preços variam, dependendo do sabor que vai levar. Mas, no geral, são bem acessíveis. Claro, que é sempre uma ótima opção para um café da tarde! Ah, nas próximas semanas, eles vão mudar de endereço e transferir a loja para a Rua Joaquim Nabuco.

Saiba Mais:

Sitehttp://www.bolleria.com.br/
Facebook ~ /bolleriabolos

Bolo de cacau fofíssimo e fácil de fazer

Sério, eu amo bolo de chocolate. Tem gostinho de infância para mim, por isso, nessa semana, resolvi fazer um bolo para degustar em uma tarde chuvosa. Substituir o achocolatado ou chocolate em pó por cacau nessa receita, deixou esse bolo com um sabor incrível! Melhor bolo de cacau que já comi, e o mais importante é que não precisa nem de batedeira!



Para começar, em uma tigela misture duas xícaras de farinha de trigo, uma xícara de amido de milho (maizena), uma xícara de açúcar e três colheres de sopa de cacau em pó. Incorpore tudo. Na sequência, adicione três ovos e meia xícara de óleo (aqui eu usei o de soja). Por fim, coloque uma xícara de água morna e continue mexendo. Antes de colocar na forma, acrescente uma colher de sopa de fermento em pó.

Pronto. Agora deixe no forno por mais ou menos 40 minutos a uma temperatura de 150ºC. Quando espetar um garfo e ele sair limpinho é por que está pronto. Agora é só degustar no café da tarde!

Panna Cotta com Ganache de Diamante Negro

Essa Panna Cotta, uma sobremesa de origem italiana, chamou a atenção de todo mundo aqui em casa. É uma receita bem simples de fazer e fica totalmente charmosa na hora de servir. Ah, claro, sem contar a delícia que é comer esse creme com essa cobertura de ganache de Diamante Negro ~ um dos meus chocolates preferidos!

Para fazer a Panna Cotta é bem simples. Basta adicionar em uma panela meio litro de creme de leite fresco ~ aqueles que vem em garrafinha ~ mais meia xícara de leite e cinco colheres de sopa de açúcar. Misture tudo em fogo baixo até engrossar. Cuidado para não deixar ferver. Em seguida, adicione extrato ou essência de baunilha.




Você também vai precisar de um pacotinho de gelatina incolor e sem sabor. Então você vai dissolver o conteúdo em umas cinco colheres de sopa de água em banho maria (mas se você dissolvesse no limão ia deixar um gostinho maravilhoso de limão na sua Panna Cotta). Cuide aqui para não deixar a gelatina ferver. Se isso ocorrer, ela acaba perdendo as propriedades.

Com o creme já morno, adicione a gelatina dissolvida. Eu separei o creme em vários copos de vidro, mas você pode colocar em forminhas de silicone ~ pela praticidade ~ e desenformar na hora de servir. A Panna Cotta tem que ficar na geladeira por pelo menos oito horas. Quanto mais tempo ela ficar, mas consistente se tornará.

Enquanto seu creme está na geladeira, é hora de fazer o nosso ganache. Essa parte é bem simples. Derreta em banho maria uma barra de Diamante Negro. Por fim, acrescente uma caixinha de creme de leite e misture bem. Coloque por cima da Panna Cotta e retorne o creme à geladeira. Depois, é só se deliciar!

Mousse de Chocolate Branco com Negresco

Quem não tem perdição por doces? Difícil, não é! Imagina então colocar bolacha Oreo (nesse caso Negresco) com um creme de chocolate branco maravilhoso... A receita dessa Mousse de Chocolate Branco com base de bolacha Negresco super fácil de fazer combina para aqueles dias que você pretende arrasar na sobremesa.


Anota aí os ingredientes

3 pacotes de bolacha Negreco
2 caixas de creme de leite
2 latas de leite condensado
1 pacote de gelatina incolor
1 barra de chocolate branco
3 limões

Modo de fazer

Triture as bolachas no liquidificador ou processador, com um pouco de manteiga. Coloque tudo em uma forma de fundo removível untada com um pouco de óleo. Nivele a farofa para que forme a base e leve ao forno a 180ºC para assar por cerca de 10 minutos.

Enquanto isso, bata o creme de leite, o leite condensado e meia barra do chocolate branco. Coloque o suco dos três limões (o que dará cerca de meia lata de leite condensado) em uma tigela e leva ao banho maria. Dissolva o pacote de gelatina neste suco. Não deixe ferver para que a gelatina não perca as suas propriedades.

Acrescente a mistura da gelatina com os limões àquela que está no liquidificador e bata mais um pouco. Coloque a mistura em cima da base por mais ou menos oito horas. Por fim, decore como quiser.